Campanha de Vacinação contra a Paralisia Infantil e o Sarampo
10/08/2018 11:50 em Novidades

Texto: Daniel Moraes/Fotos: Fábio Marçal

 

Começou nesta segunda-feira, 6, e vai até o dia 31 de agosto, a Campanha Nacional de Vacinação contra a Pólio e o Sarampo. Em Montes Claros, a meta é vacinar mais de 20 mil crianças. A imunização está sendo realizada nas 18 salas de vacina do município (lista em anexo).

 

Segundo recomendação da Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais, a vacina Tríplice Viral (que protege contra o sarampo, a rubéola e a caxumba), durante a vigência da Campanha, será aplicada exclusivamente nas crianças incluídas no público-alvo, ou seja, que tenham idade entre 1 ano completo e 4 anos e 11 meses.

 

Pessoas com idade entre 5 e 49 anos que precisam da vacina (ou seja, aquelas que por algum motivo não receberam as doses) só serão imunizadas a partir do mês de setembro.

 

No dia 18 de agosto, um sábado, será realizado o DIA D da Campanha em todo o país, quando haverá uma mobilização especial para vacinar o maior número possível de crianças.

 

SARAMPO- A doença infecciosa aguda, de natureza viral, grave, é transmitida pela fala, tosse e o espirro, e extremamente contagiosa, mas pode ser prevenida pela vacina. Pode ser contraída por pessoas de qualquer idade. As complicações infecciosas contribuem para a gravidade do quadro, particularmente em crianças desnutridas e menores de 1 ano. Em 2016, o Brasil recebeu da Organização Pan-Americana da Saúde (Opas) o certificado de eliminação da circulação do vírus. Atualmente, entretanto, o país enfrenta surtos de sarampo em Roraima e no Amazonas, além de casos já identificados em São Paulo, no Rio Grande do Sul, em Rondônia e no Rio de Janeiro.

 

PÓLIO - Causada por um vírus que vive no intestino, o poliovírus, a poliomielite, pólio ou paralisia infantil geralmente atinge crianças com menos de 4 anos de idade, mas também pode contaminar adultos. Cerca de 1% dos infectados pelo vírus desenvolve a forma paralítica da doença, que pode causar sequelas permanentes, insuficiência respiratória e, em alguns casos, levar à morte. (Fonte: Agência Brasil)

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